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A corte dos Reis Valois nos séculos XV e XVI

" Campanhas italianas"

Charles VIII :
Após a morte do rei de Nápoles Ferrant I, Charles VIII reivindicou o trono napolitano, valendo-se da herança de Charles do Maine, último conde de Provence e soberano "legítimo" do reino de Nápoles, ocupado pelos aragoneses desde 1442. Com o objetivo de tomar posse desse reino, partiu em 1494 à frente de 30.000 homens. O exército francês chegou a Nápoles em fevereiro de 1495, sendo posteriormente rechaçado por uma liga antifrancesa. Charles VIII conseguiu organizar sua retirada graças à batalha de Fornovo, em julho de 1495.

Luís XII:
Na qualidade de neto de Valentina Visconti, Luís XII reivindicou a posse da região de Milão. Conquistou o ducado de Milão em 1499/1500 e o reino de Nápoles em 1501, tendo sido rechaçado três anos mais tarde. Novas expedições lhe renderam muitas vitórias, como a tomada de Gênova em 1507 e de Ravena em 1512. Foi definitivamente expulso da região de Milão em 1513.

François I:
Tão logo ascendeu ao trono, François I tomou o rumo da Itália. Em 1515, ano de seu coroamento, venceu a famosa batalha de Marignano e conquistou a região de Milão. Sua rivalidade com o imperador Charles V e o rei Henrique VIII da Inglaterra motivou várias intervenções na península (1521, 1524-1525 , 1532-1538, 1544). No entanto, na maioria desses confrontos, os resultados não lhe foram favoráveis, tendo sido feito prisioneiro em 1525, em Pávia. Em 1544, François I firmou o tratado de Crépy-en-Laonnois, pelo qual renunciou definitivamente à região de Milão. Seu filho Henrique II ratificou definitivamente o abandono das pretensões francesas sobre a península, assinando o tratado de Cateau-Cambrésis em 1559.

 
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